Letra e música de Luar do Sertão de Luiz Gonzaga 🎵 -Não há, ó gente, ó não / Luar como esse do sertão / Não há, ó gente, ó não / Luar como esse do sertão Do que ouvir um galo triste no sertão que faz luar Parece até que a alma da lua que descansa Escondida na garganta desse galo a soluçar
[Refrão: Luiz Gonzaga & Coro]Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertãoNão há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão[Verso 3: Milton Nascimento] Coisa mais bela neste mundo não existe Do que ouvir se um galo triste No Não há, ó gente, ó não Luar como esse do sertãoNão há, ó gente, ó não Luar como esse do sertão
Coisa mais bela nesse mundo não existe Do que ouvir-se um galo triste no sertão, que faz luar Parece até que a alma da lua que descanta Escondida na garganta desse galo a soluçar Não tem aquela saudade do luar lá do sertão.
Oh que saudade Do luar da minha terra Lá na serra branquejando Folhas secas pelo chão Este luar cá da cidade tão escuro Não tem aquela saudade Do luar lá do sertãoNão há oh gente oh não Luar como este do sertãoSe a lua nasce por Ai que saudades do luar da minha terra Lá na serra branquejando folhas secas pelo chão Este luar cá da cidade tão escuro Não tem aquela saudade do luar lá do sertão
Não há oh gente oh não Luar como esse do sertãooh que saudade Do luar da minha terra Lá na serra branquejando Folhas secas pelo chão Este luar cá da cidade Tão escuro Não tem aquela saudade Do luar lá do sertão se a lua nasce Por [Intro] C Am Dm G7M C Am Dm G7M C Am Dm Não há, ó gente, ó, não G C GLuar como esse do sertãoC Am Dm Não há, ó gente, ó, não G C GLuar como esse do sertãoC Am Dm Ó, que saudade do luar da minha terra G Lá na serra branquejando
Oh, que saudade do luar da minha terra Lá na serra, branquejando folhas secas pelo chão Este luar, cá da cidade, tão escuro Não tem aquela saudade do luar lá do sertão Coisa mais bela nesse mundo não existe Do que ouvir um galo triste No sertão, se faz luar Parece até que a alma da lua que descanta Escondida na garganta Desse galo a soluçar
Ah, que saudade Do luar da minha terra Lá na serra branquejando Folhas secas pelo chão Este luar cá da cidade tão escuro Não tem aquela saudade Do luar lá do sertão [Verso 4] A gente fria que esta da saboeira Leva uma hora inteira Vendo a lua a meditar [Refrão]Não há, ó gente, ó não Luar como este do sertãoNão há, ó gente, ó não Luar como este do sertão[Verso 5] Ai,
O poema descreve a saudade do autor pela lua do sertão, que é mais brilhante do que a da cidade devido à menor poluição no campo, permitindo uma visão mais clara do luar. A lua no sertão ilumina a by schirlene5manzoli in Taxonomy_v4 Além de toada,Luar do Sertãoé chamado de canção, nas gravações de Paraguassu (1890-1976), em 1936; de Francisco Alves (1898-1952), em 1943; na versão de Singing Babies, em 1935; de Vicente Celestino (1894-1968), em 1952 e Paulo Tapajós (1913-1990), em 1955.